Mostrando postagens com marcador Indústria Cultural. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Indústria Cultural. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 1 de março de 2017
Apropriação Cultural - Quase não falei sobre isso
* Estão me pedindo pra gravar um vídeo sobre esse assunto a mais de um ano, pois é um tema que parece uma bola de neve que não para de crescer. Mas o que a filosofia pode nos ajudar neste assunto? Logo de pois de pesquisar achei que a ajuda era pouca e quase desisti de gravar sobre o tema, mas depois do caso Thauane Cordeiro resolvi intervir, pois essa coisa já está virando preconceito. Assista todo vídeo e faça sua reflexão sobre apropriação cultural.
** Link do vídeo do Alysson: https://youtu.be/wjAnM1U3r5o
*** ATENÇÃO AMIGO YOUTUBER, marque esse vídeo como "Gostei", Favorite, se inscreve no canal FilosofiaHoje e divulga isso nos comentários que eu me inscrevo no seu canal!
-------------------------------------
Blog: http://www.filosofiahoje.com/
Face: https://www.facebook.com/FilosofiaHoje
Twitter: http://twitter.com/fabiogoulart_gt
Google+: https://plus.google.com/+FilosofiaHoje
You Tube: http://www.youtube.com/user/FilosofiaHoje/
-------------------------------------
-Vídeo do Vlog 100% original
***Tudo sob licença padrão do YouTube.
domingo, 14 de junho de 2015
Debate Inicial - Alienação na Mídia Tradicional e Internet
Aula número 1 do curso Alienação na Mídia Tradicional e Internet. É um debate inicial com diversas questões deste curso. Interessante para todos nós que usamos a internet, interessante para estudantes de Comunicação Social, interessante para adolescentes estudantes do Ensino Médio. Afinal: Quem aliena mais, mídia tradicional ou internet?
-------------------------------------
Blog: http://www.filosofiahoje.com/
Face: https://www.facebook.com/FilosofiaHoje
Twitter: http://twitter.com/fabiogoulart_gt
Google+: https://plus.google.com/u/0/103330374230250663726
You Tube: http://www.youtube.com/user/FilosofiaHoje/
-------------------------------------
-Vídeo do Vlog 100% original
***Tudo sob licença padrão do YouTube.
domingo, 7 de junho de 2015
A vida em Sociedade - Indivíduo e Sociedade - Aula 2 - Sociologia
Aula n°2 do curso de Sociologia para alunos do 1° ano do Ensino Médio. Introdução a Sociologia.
-Links
*Versão digital do Livro "Sociologia Hoje": http://galeriadigital.scipioneatica.com.br/galeriadigital/default.aspx?opc=73&art=461
**Música de Fundo: https://www.youtube.com/watch?v=I2SA4X3p8Yw&list=PLOl9D5HIk5GVPO0oIuT6QsAeHl39tbiW5&index=2
***Vídeo do Canal Nostalgia: https://www.youtube.com/watch?v=Htl1TE1g_7M
****Vídeo do exército da Escócia: https://www.youtube.com/watch?v=epLgvrYbdSg
-------------------------------------
Blog: http://www.filosofiahoje.com/
Face: https://www.facebook.com/FilosofiaHoje
Twitter: http://twitter.com/fabiogoulart_gt
Google+: https://plus.google.com/u/0/103330374230250663726
You Tube: http://www.youtube.com/user/FilosofiaHoje/
-------------------------------------
-Vídeo do Vlog 100% original
***Tudo sob licença padrão do YouTube.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Beijo Gay
Sei que devido a velocidade da internet o tal "beijo gay da novela da Globo" já é um assunto "antigo", porém este certo "afastamento cronológico" do ocorrido só melhora nossa reflexão sobre o assunto. Lhes trago o comentário de meu amigo Heyner Mercado. É uma verdadeira aula sobre a indústria cultural: "a Globo é uma EMPRESA. Uma empresa cujo lucro depende JUSTAMENTE do público, da "grande massa" brasileira.
Portanto, nenhuma das novelas é em si um ato político ou qualquer coisa do tipo, é só um PRODUTO para ser CONSUMIDO.
A Globo não aprensentou o beijo gay antes por um simples motivo: não era lucrativo.
Por que não era lucrativo? Porque a maioria esmagadora da população se opunha ao beijo entre pessoas do mesmo sexo (se metendo na vida dos outros de graça, mas ok, a gente vê isso nas fifis de todo dia).
Por isso há pesquisas de opinião e toda aquela balbúrdia. Não é porque a Globo se importa com a opinião das pessoas. Nunca se importou. Apenas avalia tendências do mercado. Quando a resposta a favor do beijo foi maior que a negativa, o que aconteceu? HABEMUS BEIJUM.
Mas tudo isso foi friamente calculado antes, porque uma EMPRESA não correria o risco de perder dinheiro com um tiro no pé.
Fiquei feliz pela cena? Feliz pra caramba. Mas não me iludo: ela só aconteceu porque teve MERCADO pra isso, para que ela se tornasse possível."... da página Filosofia Hoje
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Ninfomaníaca de Lars von Trier - Crítica aos "críticos"
Hoje estreia nos cinemas de todo Brasil o filme “Ninfomaníaca” do diretor cineasta dinamarquês Lars von Trier. Porém a única coisa que realmente me chamou a atenção neste filme foram as críticas, pra ser mais preciso: “os críticos”, aqueles que se julgam “a elite intelectual”. Muitos dos “críticos” que estão glamurizando o filme são os mesmos que vivem reclamando da “putaria” nas novelas, no bbb, na música pop, na internet, no 50 Tons de Cinza e no cinema Mainstream. Isto pra mim significa duas coisas: (primeiro) O quanto é ingênua e conservadora a visão sobre o sexo por parte desta elite, nem podem ver um piroca nas telas que já ficam impressionados. (segundo) Até no sexo eles quere arrogar para sim uma superioridade em relação a massa, se isso não for um flerte com o fascismo, certamente é um traço de insanidade. Quer saber a real diferença entre a novela das nove, o 50 Tons de Cinza, a Gaiola das Popozudas e o filme Ninfomaníaca??? Simples: O público alvo. Tudo é indústria, tudo é mídia. Sempre desconfio de quem arroga qualquer superioridade de uma forma de entretenimento sobre as outras. A arte verdadeira está bem longe disso tudo.
(Filósofo Fabio Goulart da página Filosofia Hoje)
(Filósofo Fabio Goulart da página Filosofia Hoje)
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Casamentos das Celebridades e o Fetiche gerado
Casamentos... Incrível como os casamentos atuais estão cada vez menos cerimoniais e cada vez mais espetaculosos. Sempre existiu o desejo de tornar o casamento da vida real um filme, todos parecem desejar ter um casamento de ‘celebridade’. Com base na fragilidade durabilidade dos casamentos das ‘estrelas’ creio que só existam estes casamentos para proporcionar tal fetiche. Porém isso só não basta, hoje é necessário que o casamento da vida real seja o casamento das telas. Produtoras de casamento não só se empenham em reproduzir as roupas, o buffet, e todo cerimonial das grandes estrelas da indústria cultural com prometem reproduzir todo o clima do mesmo, por mais ‘brega’ que seja. Casamentos temáticos mais do que uma tendência, são uma necessidade para quem quer ‘ser bem visto nas altas camadas da sociedade administrada’. O mais bizarro disso tudo se dá no fato de que os noivos e seu suposto amor tornam-se coadjuvantes e o “evento casamento” torna-se o protagonista indiscutível. Ou seja, o casamento que é o marco inicial da família, e essa é para muitos a base de nossa sociedade, tem todo sentido de sua cerimônia esvaziado, restando-lhe apenas uma grande festa que nada mais é do que uma vazia reprodução fetichiosa. (Filósofo Fabio Goulart - Da página Filosofia Hoje)
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
A ‘promessa de felicidade’ da indústria cultural
A ‘promessa de felicidade’ é sempre vendida em quase todos produtos da indústria cultural, claro que essa promessa é tão falsa quanto o sorriso de um carrasco ou da promessa de liberdade dada a todos recém chegados nos campos de extermino na Segunda Guerra Mundial . Também poderíamos definir a arte autônoma como promessa de felicidade, porém existe uma gigante e gritante diferença entres as promessa da arte verdadeira e da cultura pop. É normal vermos em novelas, filmes e músicas a exibição despudorada do mito do "amor sem classes”. Um dos maiores clichês é ver o galã rico que apaixona-se pela mocinha pobre e vice-versa. Também é notória a quantidade de histórias reproduzidas onde a família rica e socialmente bem sucedida esconde uma série terríveis escândalos que impossibilita a felicidade de seus membros, em contra a partida o núcleo pobre da trama traz personagens batalhadores que em meio a todas adversidades da vida conseguem gozar de uma felicidade invejável. Tudo isso se dá para reforçar e naturalizar a mito de que é na servidão que reina a verdadeira felicidade, mito este que conta a fantasiosa mentira de que não é necessário profanar a ordem vigente se buscamos a transformação da realidade, com isso vende-se a ideia de que lutar por algo assim seria pôr em risco a felicidade individual. Evidentemente a indústria cultural faz isso com pretensão de ocular o fato de que na verdade tal luta seria ameaçadora somente para as classes dominantes. A diferença principal entre as promessa de felicidade da arte e a semelhante promessa da indústria cultural reside no fato de que a promessa artística se realiza enquanto critica imanente da realidade vigente, já a promessa dos produtos culturais nunca se cumprirá efetivamente, pois em sua lógica o sucesso é necessariamente para poucos e para a maioria restante sobra-lhes a admiração e o recalcamento. (Filósofo Fabio Goulart - Da página Filosofia Hoje)
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
A novela e seus Temas Polêmicos
Por mais que a imprensa marrom se esforce pra transformar os fatos em espetáculos, o telejornal a muito tempo foi superado pela novela na hora de lidar com a opinião pública. O personagem que morre na novela causa comoção e debates muito mais acalorados do que as dezenas que morrem nas ruas e aparecem nos jornais. Devemos lembrar que a alienação também se dá a partir dos “temas polêmicos” que normalmente aparecem em segundo plano na teledramaturgia. Quando um autor aborda em sua novela um tema como “homossexualismo e homofobia” não faz isso para causar reflexão e diálogo sincero em seu público, faz para pregar as intenções ideológicas de sua emissora e dos respectivos anunciantes sobre o tema. Aguardo ansiosamente para ver o dia que a novela apresentar uma personagem consumista, será no mínimo engraçado, certamente não será dramático. Não são poucas as pessoas que “conhecem a realidade” de temas tão delicados a partir das dramatizações tendenciosas da indústria cultural, com isso alguns passos importantes são dados na direção da alienação das massas. Ao assistir o drama antes de vivenciar o fato a o força crítica e chocante da realidade se dissipa, (nos tornamos mais insensíveis) e ao saber de ante mão o que aconteceu naquela situação na novela nos preparamos não para enfrentarmos aquela situação da melhor forma possível, mas para agirmos exatamente como as classes dominantes desejam que agirmos para que eles consigam continuar a exercer seus domínios sem a interrupções (nos tornamos previsíveis). (Filósofo Fabio Goulart - Da página Filosofia Hoje)
sábado, 23 de novembro de 2013
Realidade na Indústria Cultural
É notável que os filmes e jogos de videogames estão cada vez mais realísticos, a indústria busca com todas suas forças esta “realidade”, afinal quanto mais “real” for seu produto, mais longe deixa seu consumidor da verdadeira e “perigosa” realidade. Com os novos jogos FPS, MMO e Free-for-Play milhões de pessoas, geralmente jovens, constroem verdadeiras vidas sociais online, passam horas e mais horas conectadas a milhões de outras pessoas virtuais e acabam não percebendo que só quem tem vida social de verdade é seu personagem no jogo, pois sua vida social real já está completamente refém da indústria. No videogame somos heróis para que realidade não sejamos exatamente isso, no cinema não é muito diferente, minha geração foi encantada por filmes com “espetaculares lutas contra o sistema” para saciar nossa sede pela transformação superestrutural que necessitamos. Não há como assistir The Matrix, Fight Club, Equilibrium ou Tropa de Elite 2 sem sair da sala com a incrível sensação orgástica alheia de ver o herói da tela causar uma verdadeira ruptura no sistema, porém é justamente ao regozijarmos o gozo do herói fictício e que perdemos o time para começar as ranhuras aqui necessárias, de certa forma a ficção torna-se a realidade e a realidade uma ficção que escorre por entre nossos dedos. (Filósofo Fabio Goulart - Da página Filosofia Hoje)
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
iPhone, Galaxy ou aquele que eu realmente preciso?
Como usuário comum de telefones celulares não sei identificar as diferenças entre um Samsung Galaxy SIII e de um SIV, nem de um iPhone 4 para um 5. Para falar a verdade nem sei apontar as diferenças dos telefones da Galaxy da Samsung e os da linha iPhone da Apple. Ok, ok, é o sistema Android, mas o que isso significa? Essas diferenças não ficam claras nem quando vejo as peças publicitárias dos aparelhos, afinal são diferenças técnicas e as propagandas geralmente tentam atingir-me pelos sentidos. Como foi dito por Adorno e Horkheimer “A cultura é uma mercadoria paradoxal. Ela está tão completamente submetida à lei da troca que não é mais trocada. Ela se confunde tão cegamente com o uso que não se pode mais usá-la. É por isso que ela se funde com a publicidade.” Para consumidores como eu, que creio que somos a maioria, empresas com Samsung e Apple investem milhões na indústria cultural, desta forma não somente os protagonistas do filme usam estes aparelhos, mas como durante a exibição da película propositalmente ele faz o uso de funções que só são possíveis no modelo mais novo. Só daí as diferenças tonam-se diferentes pra mim e num surto consumista penso ter a necessidade da troca de aparelho, e antes mesmo de sair da sala de cinemas me imagino com a “novidade” em mãos, ou seja: finalmente me condiciono passivamente à rebaixada posição de objeto consumidor. Como muito bem dito por Adorno: A velha experiência do espectador de cinema, que percebe a rua como um prolongamento do filme que acabou de ver, porque este pretende ele próprio reproduzir rigorosamente o mundo da percepção quotidiana, tornou-se a norma da produção. Quanto maior a perfeição com que suas técnicas duplicam os objetos empíricos, mais fácil se torna hoje obter a ilusão de que o mundo exterior é o prolongamento sem ruptura do mundo que se descobre no filme. (Filósofo Fabio Goulart - Da página Filosofia Hoje)
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Indústria Cultural e Obsolescência Programada
A prática da obsolescência programada teria surgido ainda na década de 1920 quando empresas automotivas como a General Motors tentavam implantar o hábito da troca frequente de carros em seus consumidores para desta forma movimentar mais rapidamente a engrenagem econômica. Com isso os automóveis perderam qualidade e o desenvolvimento tecnológico saiu do campo da necessidade para se tornar exclusividade dos interesse das grandes empresas do ramo. Hoje isto é ainda mais claro na indústria automotiva, se olharmos a um modelo ainda na fase de protótipo, veremos um carro extremamente bonito e cheio de novas tecnologias, porém quando este mesmo carro chega em sua versão comercial está pobre, com tecnologia defasada, e com muito pouco da agressividade do desenho do protótipo. Isso ocorre porque cada modelo é explorado comercialmente seis anos em média, para gerar a necessidade da troca anual ou no máximo a cada dois anos do automóvel a indústria despeja anualmente as novidades que não são novas, pois já eram previstas no protótipo, porém foram propositalmente deixadas de lado para que todo ano exista a atualização daquele modelo no imaginário do consumidor que tem seu produto obsoleto em pouco tempo, fato que infla uma falsa necessidade de consumo e produção, mas que acima de tudo movimenta a máquina capitalista por cima dos indivíduos consumidores que são tratados como idiotas neste processo. O novo não é novo propositalmente. A fusão disso com a indústria cultural ocorrem com o herói do cinema ou da televisão que dirige sempre o último modelo da série mais completa de determinado veículo, muitas vezes o modelo usado é até mesmo o protótipo cheio de estilo e novidades, há casos até em que o carro assume o papel de protagonista do espetáculo como nas séries Transformers e The Fast and The Furious. Por fim, o processo do casamento da indústria cultural com a obsolescência programada se dá com o novo hit de verão, onde o músico pop canta a maravilha que é ter o novo carro é como isso lhe ajuda nas conquistas amorosas e no resto de sua vida sem responsabilidades rodeada de bebidas caras, curtição, e dinheiro. Seguindo esta fórmula normalmente o marketing costuma ser bem sucedido e os lucros nas costas dos tolos consumidores são grandes para todas indústrias envolvidas. Passam-se os anos e o processo se repete: O novo que não é tão novo torna-se brega pra que um outro novo não tão novo se torne novidade; Assim sendo o Camaro amarelo da década de 2010 é ao mesmo tempo tão novo e tão brega quanto o Fuscão preto da década de 1970. (Filósofo Fabio Goulart - Da página Filosofia Hoje)
domingo, 17 de novembro de 2013
A Indústria Cultural e sua Incorporação Esterilizadora
A indústria cultural tem se especializado em um processo que chamo de incorporação esterilizadora. Por mais autônoma que possa ter sido a criação de uma ideia não demora muito para que seja incorporada e esterilizada. Sempre que surge uma obra, teoria ou movimento contra ou neo cultural esse mesmo é rapidamente pegue pela indústria cultural, tornando sua força transformadora em força geradora de lucros. Em troca da esterilização de suas ideias o artista recebe o reconhecimento público, muito dinheiro e a bajulação que é marca característica aos “bem sucedidos”, em contra partida o obra é rebaixada a produto cultural, muitas vezes: kitsch de mal gosto. Nos acostumamos a ver as sinfonias de Beethoven associadas a cafonas peças publicitárias, o estilo cubista de Picasso associado a automóveis familiares, camisetas com o rosto do revolucionário Che Guevara vendidas para jovens de classe média, contrapesos de papel imitando as esculturas de Rodin, etc. Ao ser incorporada uma obra se potencializa e consegue atingir um número cada vez maior de pessoas, porém tem sua força dissipada e causa muito menos efeito que seu idealizador possa ter pensado. Esta é uma troca necessária para a lógica de dominação do sistema vigente, pois mantem sobre controle qualquer ideia transformadora. É uma troca geralmente tão bem feita que o artista idealizador muitas vezes nem percebe que está fazendo e quando finalmente percebe, muitas vezes resta-lhe apenas a loucura, os vícios e a morte. (Filósofo Fabio Goulart - Da página Filosofia Hoje)
Assinar:
Postagens (Atom)










