Mostrando postagens com marcador comunismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comunismo. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 3 de março de 2016

Karl Marx no mundo de Super Mario



Legal :) Neste vídeo você conhece um pouco da utopia marxiana de maneira lúdica e sem pretensões morais ou ideóloga. *"Press Start" para conhecer um pouco sobre o Karl Marx no mundo de Super Mario em 8-Bit...

Vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=Vz3eOb6Yl1s
What is Marxism? (Karl Marx + Super Mario Bros.) - 8-Bit Philosophy

Canal Wisecrack: https://www.youtube.com/user/thugnotes

** ATENÇÃO AMIGO YOUTUBER, marque esse vídeo como "Gostei", Favorite, se inscreve no canal FilosofiaHoje e divulga isso nos comentários que eu me inscrevo no seu canal!

-------------------------------------
Blog: http://www.filosofiahoje.com/
Face: https://www.facebook.com/FilosofiaHoje
Twitter: http://twitter.com/fabiogoulart_gt
Google+: https://plus.google.com/+FilosofiaHoje
You Tube: http://www.youtube.com/user/FilosofiaHoje
-------------------------------------

-Vídeo do Vlog 100% original
***Tudo sob licença padrão do YouTube.


sábado, 21 de fevereiro de 2015

O que é Comunismo?


Não acredite que você poderá saber, ou que alguém vai poder dizer “o que é comunismo” em um pequeno texto na internet. É preciso anos de estudo sério, competente e livre de ideologia nas áreas de filosofia, sociologia e história para realizar essa tarefa. Porém há um mínimo que você precisa saber para não ser um idiota papagaiando sandices no ambiente virtual. Pensando nisso preparei esse pequeno texto de forma didática para que você entenda, reflita e COMPARTILHE em sua timeline: O comunismo é um sistema econômico onde os produtos e os meios de produção não se alienam em relação àqueles que o produzem. Tal teoria ficou famosa após a construção teórica do filósofo e economista alemão Karl Marx (séc. XIX) que o propôs como oposição à reificação e desigualdade verificada no capitalismo por meio da leitura de economistas da então economia nacional industrial tal como Adam Smith e David Ricardo. O modelo de produção e distribuição de bens comum (Comunismo - lato sensu) é verificado nas maioria das comunidades originárias (como tribos indígenas), porém nunca conseguiu ser aplicado em uma comunidade após o advento do capitalismo, alguns modelos tentaram isso no século XX (URSS, China, Cuba, etc.), mas fracassaram ao se tornarem modelos político-econômicos ainda mais repressores (em alguns pontos como “liberdade de expressão”) que a maioria dos povos capitalistas desenvolvidos. Vivemos hoje um momento onde temos como valor a ostentação da propriedade, o culto ao sucesso individual e a bonificação da reificação em nome do desenvolvimento, por isso analiso que cada dia que passa ficamos mais distantes de qualquer sombra comunista, julgo que isso é “uma faca de dois gumes”, pois de um lado positivo nos afastamos de alguns modelos opressores e totalitários do século XX, porém também há o fato negativo, que é o nossos afastamento de princípios humanistas que estão cada vez mais raros em nossa sociedade. 

Saliento que este texto tem apenas o intuito de esclarecimento escolar, a análise do comunismo pode ter as mais variadas interpretações, caso queira saber mais sobre o tema sugiro que busque um orientador devidamente formado e reconhecido academicamente. 

Att
Filósofo Fabio Goulart da página Filosofia Hoje.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

A Ditadura Comunista no Brasil




A Ditadura Comunista é uma sombra que aterroriza a aristocracia Brasileira, desde o Império. Em agosto de 1889, a eleição do Brasil elegeu 125 parlamentares. Destes, um era republicano. 



A onda republicana cresceu no Brasil graças ao temor que a elite latifundiária tinha de que a princesa Isabel -sucessora do Imperador- realizasse mudanças econômico-sociais depois que cedeu à pressão inglesa e alforriou os escravos.


Os intelectuais do governo Republicano não eram, a princípio, republicanos. A própria escravidão foi objeto de discussão na Assembléia Constituinte que contou como umas das figuras mais notáveis, com o Ruy Barbosa que era, até pouquíssimo tempo antes, monarquista.

O voto feminino, apesar de ter sido objeto de discussão na assembléia nacional constituinte, contou como seu maior defensor o Machado de Assis que, por não ser parlamentar, teve que advogar a causa na sua coluna de jornal.

Depois, na década de trinta, Vargas inventou uma "ameaça comunista" e decretou o Estado de Exceção. Neste período, pode-se dizer que havia um movimento Comunista no Brasil, mas não suficientemente grande para caracterizar uma "ameaça". O filme Olga retrata o quanto o Partido Comunista tinha poucos simpatizantes, nesta época.

De Vargas pra cá, o Governo Federal esforçou-se pra imputar nos comunistas toda a sorte de difamação. No interior, dizia-se que comunista gostava de "comer criancinha".
Nos anos sessenta, depois da propaganda de Vargas, é que o Comunismo não tinha a menor força mesmo no Brasil. Há quem diga que o nosso Golpe foi armação americana. A mim, me parece um certo exagero. Os americanos, diferentemente de Olavo de Carvalho e Danilo Gentili, sabiam muito bem que, se havia um país latino-americano no qual o Comunismo não era apoiado, este país era o Brasil.

Mesmo assim, o discurso da "ameaça comunista" triunfou e até a Igreja Católica - que, depois, deu asilo político aos perseguidos- entrou na onda e apoiou a "Marcha Pela Família com Deus".
No período de Vargas, os partidos comunistas foram extintos, na Ditadura Militar todos os partidos foram extintos. Sobraram o partido do Governo -Arena- e um partido dito de oposição que, pra completar o número mínimo exigido para o funcionamento, contou com a assinatura de militantes da Arena.

O fato é que, no período militar, o discurso contra os comunistas foi ainda mais forte do que antes. Além disso, a queda do muro de Berlim provou, de uma vez por todas, o quão antiquado é o comunismo e este tornou-se tão somente um sonho para adolescentes mal informados e pesadelo para a Direita hormonal.


"O comunismo no Brasil é mais um medo da direita que não estudou, do que um realidade da esquerda que se organizou."

* Mayck Sathler, colunista da página Filosofia Hoje.